sexta-feira, 4 de abril de 2014

Reverência ou irreverência?


No início, a shekinah proporcionava aos seres humanos o privilégio da presença divina, mas Jesus tornou-se o seu substituto, e também do templo com seus sistema de símbolos.
Na época em que a presença de Deus era representada pela shekinah, havia muita reverência, respeito e temor, além se serem necessários preparativos como confissão dos pecados, purificação da consciência, limpeza do corpo entre outros. De certa forma, a lista de obrigatoriedades fazia com que a irreverência e a natureza pecaminosa fossem reprimidas.

Desde o início, o cristianismo optou por ir se distanciando cada vez mais do judaísmo, das suas leis, do Antigo Testamento e do santuário, o que fez com que se perdesse também a noção de santidade de Deus e de qual é o nosso lugar nesse contexto.



O resultado

Enxergamos uma relação horizontal quando essa é uma relação vertical. Ou pelo menos, de nossa parte, deveria ser.
O destaque dado ao acesso ilimitado à Deus tornou tudo "comum, o culto mais irreverente, não existe mais a noção da autoridade divina e da transcendência como nos tempos antigos.
Muitas vezes o vestuário é indecente, ou pelo menos, não apropriado para a casa de Deus. Celulares tocam, existem conversas paralelas no meio do culto e tantas outras coisas - características típicas da igreja de Laodiceia. Não somos quentes nem frios, somos mornos.

Fica a pergunta para reflexão, segundo o que Jesus disse em Mateus 18:20: "Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles."
Será que se tivéssemos realmente consciência da presença divina, nosso comportamento, nossas atitudes e vestimentas seriam as mesmas?


Pense nisso.


New life or old life


Feliz sábado! 


Texto baseado na matéria de capa da Revista Adventista de março/2014. 
Créditos da imagem: mrpuen - Free Digital Photos

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