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É para isso que você trabalha

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Há alguns meses vi uma propaganda de um automóvel com a frase-título deste post. Então pergunto: É? É para isso mesmo que você trabalha? Frase simples, comum, muito conhecida. Frase afirmativa, quase imperativa. Frase daquelas que tocam emocionalmente as pessoas, incentivando-as ao consumo – uma das principais atribuições do tão poderoso marketing da atualidade. Fiquei pensando no impacto dessa propaganda (a frase e a imagem) na mente das crianças, que desde muito cedo começam a associar trabalho com consumo. Inicialmente e por motivos óbvios, não o seu próprio trabalho, mas o de seus pais. Trabalhou? Compre! Trabalhou? Compre! Trabalhou mais? Compre mais! Trabalhou menos? Ah, mesmo assim, vamos consumir como de costume! Consumir... Indefinidamente. Sem muitos critérios ou sem nenhum critério. Sem reflexões. O importante é estar atualizado, é trocar o velho pelo novo. O consumismo cada vez mais exagerado na época de final de ano nos mostra o legado que cada geração tem deixado: t...

Por que precisamos de tantas novidades?

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Será que precisamos mesmo de tantas novidades? Para que tanta tecnologia se nos tornamos cada vez mais escravos dela? Para que tanto conforto se não conseguimos dormir em paz à noite? Será que não temos perdido muito tempo com o excesso de coisas materiais e com a ansiedade por novidades? Por que o TER se tornou mais importante do que o SER ? Por que tantas facilidades e comodidades não nos têm trazido a paz e a tranquilidade tão almejadas? Por que há tantos olhares tristes e vazios enquanto as pessoas estão usando celulares e automóveis caríssimos e de última geração?   Por que não temos mais tempo para contemplar a criação de Deus, o mundo que Ele fez para nós?  Por que não temos mais interesse e vontade em contemplar a natureza, o nascer da lua, o pôr do sol?  Será mesmo que nos falta tempo ou isso é apenas uma desculpa muito bem aceita mental e socialmente? Por que as coisas simples, as que realmente alimentam nossa alma, foram substituídas pelas que são c...

8 maneiras de melhorar o seu inglês

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Todos sabemos que o domínio da língua inglesa é cada vez mais importante na vida profissional e pessoal. Cada vez mais no deparamos com termos em inglês nas ruas, nos produtos, na mídia em geral. Por isso, hoje eu gostaria de apresentar algumas sugestões para a prática, lembrando que assim como em tudo na vida, disciplina e persistência são fundamentais para o alcance dos objetivos. 1) Duolingo O site é bem completo, com dinâmica do curso e layout agradáveis. Apresenta vários níveis, interação com outros usuários, treinamento em escrita, fala, audição e tradução de textos que são postados e corrigidos pelos próprios participantes. 2) ELS Podcast   Há vários podcasts sobre temas diversos. No arquivo de áudio, a sequência geralmente é a seguinte: diálogo em velocidade mais lenta com duração de aproximadamente 2 a 3 minutos, explicação sobre o diálogo e novamente o diálogo em velocidade normal. A explicação é interessante, pois quando há uma palavra nova (ou não muito utilizada)...

Psicopatas do cotidiano (Katia Mecler) – Resenha

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Muitos livros inicialmente atraem mais a nossa atenção pela capa e título do que pelo conteúdo, mas em “Psicopatas do cotidiano” esses 3 fatores de complementam de forma qualitativa e criativa. A capa merece destaque, pois a face inexistente é espelhada, por isso, a maioria de nós pode até reconhecer-se ali, se consideramos que possuímos um, algum ou muitos dos traços de personalidade descritos, obviamente não de forma intensa ou disfuncional. Ou sim, e nesse caso, é muito importante que a leitura seja feita de forma muito atenta, com humildade e com a mente aberta, pois naturalmente tendemos a negar ou tratar como normais, coisas e fatos que fogem da normalidade esperada. Em relação a esse assunto, veja o post: Comum ou normal? A primeira frase da contracapa é: “de perto ninguém é normal”. Se pensarmos um pouco, rapidamente e sem muito esforço nos lembraremos de pessoas inseguras, instáveis, inflexíveis, lunáticas, submissas e desconfiadas.   Infelizmente tais pessoas não pe...

Consumidores mastigando pouco?

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Um dos maiores erros dos consumidores do mundo contemporâneo é que estamos mastigando pouco. Essa foi a conclusão do educador financeiro Marcos Silvestre no texto: O erro dos consumidores? Estão mastigando pouco!   A analogia é muito adequada e criativa, pois o que tem se tornado cada vez mais comum na alimentação está sendo utilizado também em relação ao consumo. Todos sabemos que mastigar várias vezes o alimento, sem pressa e em um ambiente agradável e adequado são práticas fundamentais para uma boa digestão. Mas quem habitualmente age dessa forma? Segundo Silvestre, ao mastigar pouco, comemos muito mais do que o necessário, saboreamos pouco e engolimos rápido demais. Tudo isso resulta em uma digestão mais lenta e difícil, menor absorção de nutrientes e sensação de saciedade por menor tempo. Imagine esse hábito sendo praticado em longo prazo! Em relação ao consumo, será que não estamos trilhando o mesmo caminho? Temos pressa em consumir, mas por pouco tempo, pois log...

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