sexta-feira, 30 de novembro de 2018

terça-feira, 27 de novembro de 2018

O responsável por sua saúde é...


Você!

Não são os médicos como muitos leitores podem ter pensado.

Os médicos estudam e muito, mas atribuir a responsabilidade da própria saúde somente à eles é uma ideia muito simplista, ingênua e até perigosa. Tal ideia foi muito difundida e defendida pelas gerações anteriores, que não possuíam tanta informação, diagnósticos e medicamentos à disposição como hoje.

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O essencial

Assim como não podemos escolher entre ar ou água para continuarmos vivendo, no século XXI as consultas e exames periódicos são essenciais para sabermos se tudo está funcionando de forma correta em nosso corpo.

Se algo estiver fora do esperado, é bem provável que o médico receite algum medicamento ou tratamento para sanar o problema. 

É exatamente neste ponto que entra a nossa responsabilidade através de atitudes como:

- Tirar dúvidas com o médico sobre a doença, tratamentos possíveis e reportar efeitos indesejados dos medicamentos prescritos.

- Pesquisar sobre a doença e formas de tratamento geralmente utilizados. Para isso, utilize sempre sites e fontes confiáveis, pois há muita informação de origem duvidosa na internet.

- Dependendo do caso, procurar uma segunda opinião é útil, pois o conhecimento, experiência e modo de agir de outro médico pode ser bem diferente, o que poderá te auxiliar a tomar a decisão que julga ser a mais acertada.

- Mudar hábitos que possam estar  afetando a saúde de forma negativa.

- Abordar o tema alimentação na consulta médica, pois cada vez mais pesquisas têm comprovado que existe uma conexão muito forte entre saúde e alimentação.

Gostaria de lembrar que tratamento e cura são duas coisas diferentes. Segundo o Dr. César Vasconcellos (médico psiquiatra) tratamento é o que o médico prescreve, mas se o sintoma não for eliminado, a doença poderá voltar, muitas vezes em forma de outra doença e em outro órgão. A cura propriamente dita envolve além do tratamento médico uma mudança mais profunda no estilo de vida, suprimindo o que está fazendo mal, sejam fatores que afetam o físico (como ambientes com poeira em caso de rinite) ou psicológicos (convivência com pessoas tóxicas e problemas como ansiedade e/ou estresse excessivo)


Cada pessoa reage de uma forma

Um medicamento ou tratamento muito bom para uma pessoa pode ser um desastre para outra. E vice-versa.

Apesar de sermos mais de sete bilhões de pessoas habitando simultaneamente no planeta Terra, cada um possui uma impressão digital única e também uma herança genética personalizada. Por isso os médicos sempre recomendam que nunca sejam utilizados medicamentos prescritos para outra pessoa - pode dar certo, mas pode dar muito errado ou causar danos irreversíveis. Além disso, as próprias bulas advertem sobre a suspensão do uso e consulta médica em caso de reações adversas intensas.

Assim como na medicação alopática, cada pessoa também reage de maneira única e personalizada em relação a tratamentos naturais e alimentação. Por isso, é essencial prestar muita atenção em quais produtos você costuma utilizar com frequência, pois muitas vezes as doenças começam na própria alimentação, que convenhamos, atualmente não é das melhores para suprir as necessidades fisiológicas sem causar constantes estragos.


O auxílio da medicina

Em se tratando de doenças crônicas, o papel do médico é fundamental, mas sem a mudança de hábitos, muitas vezes os resultados alcançados são insatisfatórios, o que leva a prescrição de doses mais altas dos medicamentos prescritos, o que possivelmente ocasionará efeitos colaterais mais intensos.

Voltando ao título do post: é sua responsabilidade que você faça a sua parte mudando os hábitos nocivos para que o tratamento seja bem-sucedido. O médico faz a parte dele e você precisa fazer a sua.


Médicos e médicos

Infelizmente muitas consultas não duram mais do que dez minutos. Nesse tipo de consulta, o médico parece mais preocupado em anotar dados no computador do que interagir com o paciente. Nesse caso, exame clínico é raro. O paciente sai com guias para exames e no retorno, receitas para medicamentos ou vitaminas - geralmente manipuladas.

No segundo tipo de consulta, o médico examina o paciente e tem com ele uma breve conversa antes de solicitar exames. O médico parece interessado em prestar um bom atendimento, mesmo que de forma breve.

No terceiro tipo, a consulta será mais longa e a habilidade do médico em proporcionar um ambiente mais descontraído deixa o paciente tão confortável que ele acaba fornecendo informações importantes para a solicitação de exames mais específicos ou o fechamento do diagnóstico.

Em qual desses médicos você sentiria mais confiança?


O básico foi esquecido?

Mesmo que a consulta seja com um médico muito bom (para mim é o terceiro tipo acima), se os hábitos ruins não forem modificados, o resultado alcançado ficará bem prejudicado.

Por isso, na medida do possível, é muito importante voltar ao básico, que é uma vida equilibrada, com a quantidade adequada de alimentação, descanso, exercício físico, lazer, trabalho, enfim, uma vida na qual a temperança esteja sempre presente - ou pelo menos, que isso ocorra na maior parte do tempo.

Além disso, é importante destacar que a saúde mental afeta de forma direta e intensa a saúde física - para o bem ou para o mal, o que acaba sendo um grande aliado ou inimigo no tratamento proposto pelo médico. Uma pessoa mais feliz e satisfeita com a vida geralmente alcança melhores resultados do que uma pessoa triste ou insatisfeita.


Cuidado com os excessos!

Há pouco tempo passei em consulta com um médico. Foram solicitados muitos exames e no retorno, saí com uma fórmula enorme para manipular, com mais de 20 componentes.

A questão é que não haviam problemas que justificassem tantos componentes na fórmula prescrita!

Na semana seguinte, em consulta com o clínico geral/cardiologista (no qual confio muito), além dos resultados dos exames, levei também a fórmula. Acompanhe o diálogo seguinte:

- Você não precisa disso. Essa fórmula custará muito caro e você vai jogar dinheiro fora, pois seu corpo não irá aproveitar tudo. Você se alimenta bem?

- Sim.


- Então continue assim. Uma alimentação balanceada é muito melhor."


Realmente a fórmula iria custar bem caro. Na farmácia indicada pelo médico o preço era de R$ 360,00. Em outras, consegui o orçamento mínimo de R$ 185,00. Mesmo assim, ainda achei caro para as 60 cápsulas prescritas.

Eu havia ouvido algo parecido do oftalmologista, mas acredito que talvez 3 ou 4 cápsulas de multivitamínico acrescentados à dieta por semana seja algo bom para manter os níveis adequados de nutrientes.

Por enquanto é o que tenho feito. Você faz algo parecido?



Conclusão

Saúde é algo muito precioso. Perdê-la é muito fácil e recuperá-la é muito difícil - às vezes até impossível.

Assim como ocorre em outras áreas da vida como trabalho, estudos e finanças, precisamos aprender a responsabilizar-nos por nossa saúde.

Sem dúvida, a presença e orientação dos médicos são essenciais, assim como também é essencial o nosso próprio interesse em agir no sentido de manter, melhorar ou recuperar nossa própria saúde, pois dela depende a quantidade e a qualidade de anos de vida que teremos.


Créditos das imagens: Pixabay



terça-feira, 20 de novembro de 2018

Boleto bancário ou cartão de crédito - qual é o mais seguro?


Acredito que pelo menos uma vez na vida você já ficou em dúvida sobre qual desses dois meios de pagamento utilizar em compras online, desde que o preço final fosse igual.

Eu sempre considerei o boleto mais seguro, principalmente por não precisar digitar o número do cartão e o código de segurança no teclado alfanumérico. Ainda não conheço lojas virtuais que possuam o teclado virtual para esse tipo de transação, o que proporcionaria mais segurança ao comprador.


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Por que o boleto não é seguro

Segundo matéria no Jornal Metro de 24-11-2017, "os boletos bancários não oferecem nenhuma segurança. Caso você tenha qualquer problema com a loja, após ter pago um boleto, não existe regra para reembolso: você depende somente da boa vontade da loja. Além disso, caso seu computador esteja infectado por um vírus e o boleto seja redirecionado, fica difícil determinar que a fraude ocorreu, pois o boleto pode levar até dois dias úteis para ser compensado."

Mas de acordo com a mesma fonte, não é só isso... "Bancos e instituições financeiras não costumam se responsabilizar no caso de pagamento de títulos, sejam eles fraudulentos ou direcionados a constas de laranjas."

Além disso, o número de casos de fraudes em boletos cresceu muito nos últimos anos. Atualmente existem malwares que identificam os boletos visualizados e alteram o código sem que o usuário perceba. E depois de pago, é praticamente impossível conseguir o estorno.


Um exemplo

Em outubro de 2017 um colega comprou um televisor que custou aproximadamente R$ 500,00 a menos do que em grandes lojas de varejo. Pagou através de boleto bancário.

O fato da loja trabalhar com o Pag Seguro foi um dos fatores decisivos para a concretização da compra.

O problema é que a encomenda nunca foi recebida. E se os telefonemas iniciais eram atendidos, após um tempo, nem isso. Para piorar a situação, o Pag Seguro desconhecia a existência da loja. Ao verificar o site, notei vários erros grosseiros de ortografia, informações confusas e imagens de má qualidade em relação a certificações de segurança. 

Estorno? Após o pagamento de um boleto, isso é praticamente impossível.

Infelizmente meu colega fez uma compra em um site fraudulento. Além do prejuízo, os estelionatários agora possuem todos os seus dados pessoais. Essa é uma situação totalmente desagradável, pela qual muitas pessoas passam todos os dias.

Por isso é muito importante verificar a idoneidade do site, a quantidade de problemas resolvidos no Reclame Aqui, verificar se há o cadeado verde fechado informando que o site é seguro e  outras precauções semelhantes.


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Por que o cartão de crédito é mais seguro

Eu não sabia, mas é algo que vou reparar sempre, daqui em diante. Segundo a mesma fonte citada no início do post, "para oferecer o cartão de crédito como forma de pagamento, o empreendedor deve apresentar uma extensa documentação para a instituição financeira. Assim, o fato de esta forma de pagamento não estar disponível conta muito contra a loja".

"O contato do cartão de crédito protege o portador em pagamentos on-line. (...) No caso de uma loja de fachada ou na utilização indevida do cartão para compras fraudulentas, o cliente tem o direito de realizar o cancelamento daquela transação e solicitar o estorno." O mesmo não ocorre com os boletos.

Outra vantagem é a possibilidade de efetuar o pagamento somente após o fechamento da fatura, o que proporciona alguns dias a mais de rentabilidade em investimentos com liquidez diária. Mesmo com tantas vantagens, cautela nunca é demais. Antes de passar o cartão mesmo em estabelecimentos confiáveis, é importante verificar se há algo diferente na máquina, pois as fraudes e clones estão cada vez mais sutis e ocorrendo com mais frequência.


Conclusão

Na maioria das vezes eu optei pelo pagamento através de boleto bancário, mas chegou um momento no qual mudei minha atitude. Além de mais segurança, há também os programas de fidelidade - ainda não consegui resgatar nada, quem sabe no próximo ano tenha pontos necessários para isso. Mas para quem utiliza muito o cartão de crédito, os programas de fidelidade devem ser bem atrativos.

E você? Qual forma de pagamento prefere usar?

Espero que nenhum dos leitores do blog tenha passado por situação semelhante a do meu colega.



Obs: esse post é meramente informativo. A responsabilidade pela escolha de forma de pagamento é exclusivamente do leitor.

Créditos das imagens:
Cadeados verdes fechados em sites seguros: Logicspot.com
Cartões de crédito: Graphics Mouse - Free Digital Photos

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Games atuais: divertidos ou perturbadores?



Mesmo que você não goste de jogos de vídeo game, é bem provável que já tenha ouvido falar em Sonic, Super Mário Brothers, Enduro, Pacman, Grand Teft Auto e Resident Evil - esse último fez tanto sucesso que foi adaptado para o cinema.

Tenho quase certeza que você também conhece os nomes de alguns dos consoles a seguir: Atari, Nintendo, Master System, Meda Drive, Playstation, Wii, XBox.


dois-rapazes-jogando-videogame

Mudanças positivas

Os primeiros consoles possuíam jogos em cartuchos, jogabilidade limitada e imagens em duas dimensões. Muitos possuíam cores bem vivas e carregadas - até de forma exagerada como o Sonic. Talvez esse excesso de cores fosse uma maneira de compensar as limitações de processamento gráfico e das músicas midi, que eram geralmente um pouco sem graça e repetitivas.

Com o Sega Saturn, as músicas midi antigas começaram a ser substituídas por músicas reais, compostas exclusivamente para os jogos ou já gravadas por algum artista ou banda.

As músicas midi não foram totalmente abandonadas, mas a qualidade melhorou de forma significativa - não se parecem nada com as que fazem parte dos games dos primeiros consoles.

O gráfico (o que você realmente vê na tela: as definições, detalhes, etc) também evoluiu. Veja no final do post um site com imagens dessa evolução.

Enquanto jogos de consoles mais antigos a opção de movimento era unicamente para cima, para baixo, movimento lateral e diagonal em duas dimensões,  consoles como Playstation One e Sega Saturn proporcionaram uma grande inovação: além dos movimentos citados acima, a profundidade estava presente nos jogos. A partir desse momento, a visão dos jogos eram em três dimensões. O modo como vemos as coisas não estava apenas no mundo real e nos filmes. Os games também entraram no mundo 3D! Quem gosta de games consegue entender bem a diferença gigantesca entre um jogo em 2D e outro em 3D.

Para ilustrar, na imagem 2D você enxerga um objeto assim:



Na 3D abaixo, quanta diferença! A imagem tornou-se muito mais interessante, não é?


A maioria dos jogos atuais possui cores mais balanceadas, mais suaves, sem muitos exageros "de fábrica" como no Sonic (do Master System e Mega Drive) exceto se for realmente necessário. O Guitar Hero é bem colorido, assim como o Flower, mas são jogos que naturalmente "pedem" cores mais vivas. Enquanto isso, o jogo Grand Theft Auto possui tons mais suaves, mais próximos da realidade e o Resident Evil possui tons mais sombrios, combinando com a história do jogo.

Sei que muitos leitores vão discordar, mas vejo os acessórios com certa desconfiança em jogos nos quais eles são a única opção, já que o preço desses produtos geralmente é elevado para os padrões brasileiros - assim como quase tudo nesse país. Por exemplo, o Guitar Hero Live para o Playstation 3 custa por volta de R$ 110,00 (preço em 10/2018). Pior: as guitarras dos jogos anteriores não funcionam nesse jogo. E não há opção de jogar com o controle!
Infelizmente mais uma faceta da obsolescência programada em ação...

É divertido jogar com o kinect (sensor de movimento do XBox) e deve ser jogar o Guitar Hero com a guitarra, mas é melhor ainda quando a opção para jogar com o controle também está disponível. Infelizmente há jogos atuais nos quais não é mais possível jogar com o controle, só com o acessório.

As mudanças nos controles (joysticks) mostram bem o desenvolvimento desse mercado. O controle com dois botões foi aos poucos sendo modificado até chegar-se ao atual com até 17 opções! Veja abaixo a grande diferença entre eles. No final do post há também um infográfico bem interessante sobre o assunto.



controles-de-videgames-evolucao

Mudanças negativas

Os jogos atuais possuem gráficos cada vez mais realistas. Talvez realistas até demais, no sentido de serem perturbadores para a mente em se tratando de jogos violentos.

Com tanta violência na tela (filmes, noticiários, videogames), a mente acaba adaptando-se ao que vê e vivencia, a chamada psicoadaptação. Isso faz com que tais cenas violentas tornem-se normais, o que definitivamente não são. Ou pelo menos não deveriam ser. Será que crianças e jovens não estão começando a confundir ficção e realidade, ainda mais em uma país que proporciona formação escolar de qualidade tão ruim e índices de violência cada vez mais altos? 

Como era de se esperar, através da psicoadaptação a exposição excessiva a cenas violentas leva a frieza, pois a pessoa começa a encarar a violência como algo corriqueiro e natural no mundo. Tal frieza influencia os valores da pessoa, pois empatia, respeito, confiança, ética e amor vão sendo aos poucos substituídos por pensamentos mais egoístas e inescrupulosos.

O risco do vício também é considerável, pois os jogos são cada vez mais longos, complexos e prendem a atenção. Quem gosta muito, passa facilmente 3, 5 horas ou até mesmo uma madrugada inteira jogando sem se dar conta de quanto tempo gastou  com esse tipo de entretenimento. O pior é que isso não ocorre de forma esporádica: como em todo vício, o hábito de jogar é diário e extenso em quantidade de horas em muitos casos.


Conclusão

No mundo dos games há diversão para todos os gostos, mas alguns jogos - principalmente os mais violentos - parece que adentraram no terreno de uma realidade perturbadora não muito diferente da realidade diária em muitos casos. 

Como exemplo, a série Grand Theft Auto para o Playstation 2 tem o gráfico mais parecido com animações e desenhos, enquanto a realidade é bem mais intensa no mesmo jogo para consoles mais novos, com a violência explícita de forma mais real. Será que isso é saudável para a mente?

Além disso, muitos jogos atuais são menos divertidos do que os anteriores. Parece até que em muitos casos diversão e realidade são como dois componentes repelentes entre si: onde um está presente, o outro provavelmente não estará. Uma pena, pois seria muito bom se houvessem mais jogos divertidos que aproveitassem todo o potencial gráfico atual, mas com menos - bem menos - violência implícita ou explícita.


Créditos das imagens:
Jogando: Ambro - Free Digital Photos
Evolução do controle para videogames - Open your mind blog
Quadrados - minha autoria

Referências:
Conheça a evolução dos gráficos nos videogames
Lista de consoles de videogame
A evolução dos controles de video game [infográfico]
Obsolescência programada - você sabe o que é?
A evolução do controle para videogames

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Para pensar #77


Mudar um hábito não é uma tarefa fácil e nem simples.
Mas é possível.
Charles Duhhigg



terça-feira, 6 de novembro de 2018

Alimentos que fazem bem - parte 1


Muitas vezes somente quando perdemos algo é que começamos a dar valor ao que foi perdido. E com a saúde não é diferente.

A alimentação errada, o excesso de atividades, a poluição, o sedentarismo, o estresse, as cobranças (internas e externas), tudo isso acaba refletindo de forma negativa na saúde. E uma vez perdida, recuperá-la não é tão fácil - e muitas vezes chega a ser impossível.

Ao contrário do post Alimentos inflamatórios, hoje eu gostaria de falar sobre os alimentos que fazem bem.


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Os melhores para a saúde

A lista de opções é imensa, mas devido ao paladar tão acostumado com excesso de açúcar, sal e condimentos, os alimentos que realmente fazem bem se tornaram meio - ou totalmente - sem graça.

Verduras, legumes, tubérculos, frutas, grãos integrais e alguns tipos de sementes (espero não ter esquecido de nenhum): eis os alimentos que ajudam na manutenção e/ou recuperação da saúde.

Para quem utiliza produtos de origem animal, alguns deles também proporcionam benefícios se utilizados em doses corretas. Prefiro não abordá-los no post por consumi-los raramente (exceto carnes, que suprimi da alimentação há muito tempo).


Equilíbrio é fundamental

De nada adianta comer um prato repleto de salada se isso ocorrer apenas uma vez por semana. O ideal é que a variedade seja diária. Como dizem os especialistas em nutrição, o prato precisa ser bem colorido.

Apesar de ser um hábito para a maioria das pessoas, ingerir líquidos durante as refeições não é bom, pois prejudica a digestão. No início não é fácil, mas com o tempo você acabará se acostumando. Sem líquidos, você sentirá melhor o gosto dos alimentos e mastigará mais. Considerando-se que a digestão tem seu início com a mastigação através da quebra dos alimentos em partículas menores e a ação da enzima ptialina, o estômago não ficará sobrecarregado ao fazer o trabalho designado à mastigação.


Alimentos funcionais

Todos os produtos naturais (preferencialmente orgânicos e melhor ainda se cultivados por você mesmo) possuem propriedades benéficas. 

De A a Z, a natureza nos oferece tudo o que precisamos, mas é necessário verificar se há algum tipo de reação alérgica, intolerância, alguma doença ou disfunção, como pressão com tendência para baixa ou alta, pois senão o que era para ser benéfico acabará fazendo o efeito contrário. 

Ao falar sobre isso, sempre me lembro de uma história real que conheço desde a infância: uma mulher trabalhou o dia inteiro fazendo faxina pesada em sua casa. No jantar, comeu chuchu entre outros alimentos. Amanheceu morta. Essa mulher tinha problemas com pressão baixa, de forma que o chuchu não foi uma boa escolha. 

Chuchu é um bom alimento, mas não é adequado para qualquer pessoa.  O mesmo ocorre  com o gengibre: é bom para gripes, mas não é adequado utilizar se você estiver com febre. Eu só descobri seu efeito termogênico ao ver minha febre aumentar rapidamente de 38° para 40,5º...

O mesmo ocorre com amendoim, castanhas, peixes, trigo, chás, etc. Como diz o ditado popular, a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

Por isso, o ideal é que procure os alimentos mais adequados para você, que proporcionem mais disposição, bem-estar, clareza de pensamento e bons resultados em exames médicos.


verduras e legumes


A minha lista

Além dos alimentos citados no início do post (verduras, frutas, etc), gostaria de destacar alguns que utilizo com certa frequência, pois possuem muitas propriedades terapêuticas. Gostaria de destacar que isso não significa indicação de uso, pois cada organismo é único e o que faz bem para mim pode não ser bom para você e vice-versa. Se algum te interessar, pesquise sobre ele antes de usá-lo, para não errar como eu fiz com o gengibre. Além disso, consultas e exames médicos são fundamentais para sabermos de forma mais objetiva como está nossa saúde, conhecermos os diagnósticos e possíveis tratamentos.

Descreverei brevemente os menos conhecidos:

1) Aloe arborescens miller: essa é a espécie de babosa (ou aloe) que possui mais aminoácidos essenciais. Além disso, não é amarga e sua folha é ligeiramente larga, o que facilita a extração do gel.

2) Kefir de água: um produto simbiótico (prebiótico + probiótico). Auxilia no equilíbrio da flora intestinal e consequentemente da saúde em geral ao melhorar a absorção de nutrientes entre outros benefícios.

3) Moringa oleifera: uma das plantas mais versáteis e incríveis em relação a quantidade de nutrientes. Vale a pena conhecer!

4) Castanha do Pará

5) Couve

6) Alho

7) Camomila

8) Erva cidreira

9) Óleo de coco

10) Limão


Agora é a sua vez

Você conhece algum dos alimentos acima ou costuma utilizar algum outro que proporcione bons resultados na manutenção da saúde?
Se quiser, compartilhe abaixo!


Observação: esse post tem caráter meramente informativo. Consultas e exames médicos são fundamentais para que os diagnósticos corretos e os tratamentos adequados sejam prescritos.

Créditos das imagens: Pixabay


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Para pensar #76


Você aproveita mais os talentos do seu cérebro se reconhecer as limitações de cada sistema.
Caroline Webb