sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Para pensar #87


A meditação não consiste em se livrar de todos os seus pensamentos: é aprender a não ficar tão perdido neles e esquecer do seu objetivo.
Kelly McGonigal



terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Paixão pela excelência


Conforme prometido anteriormente, esse é o quarto e último post sobre algumas reflexões do livro "Na jornada com Cristo", de Max Lucado. Se você não leu os anteriores, veja os links no final.

Essa reflexão é iniciada com uma frase simples e breve, mas muito profunda, que futuramente se transformará em um post.

"Seja bem sucedido naquilo que é importante."

O texto continua falando sobre o fato de vivermos em uma sociedade na qual a paixão pelo poder é tão forte, que a maioria de nós encontra-se em um dos dois papéis:  pressionamos ou somos pressionados.

Porém, há uma grande diferença entre paixão pelo poder e paixão pela excelência.  Enquanto na paixão pelo poder, a intenção é glorificar-se, na paixão pela excelência, a intenção é fazer o seu melhor.

Nesse ponto, gostaria de fazer alguns comentários sobre a excelência. Como diz Mário Sérgio Cortella, "excelência é você fazer o seu melhor nas condições que você tem hoje, para quando tiver melhores condições fazer melhor ainda."

Mas quantos de nós agimos assim de forma rotineira?

Quantos de nós consegue tornar a busca pela excelência em um hábito ou em um objetivo a ser alcançado?

Deus deu dons específicos a cada um de nós. Se você se identifica com música, fotografia ou agricultura, provavelmente haverá pouco - ou nenhum - interesse em áreas como direito, economia ou administração.

Seguir um rumo profissional em desacordo com suas afinidades só o tornará infeliz e insatisfeito, com a sensação de missão não cumprida nessa área. O mesmo ocorre em todas as outras áreas da vida. Em todas.

Não importa a tarefa a ser executada: pode ser lavar louça, pintar a casa, arrumar o guarda-roupas, passear com os cães,  trabalhar, estudar, fazer investimentos, orar, ler, meditar... 

Faça com excelência. 

Dê o seu melhor. 

Esteja presente de forma completa no momento presente. Ou ao menos, o máximo que conseguir.

Agindo dessa forma e iniciando pelas pequenas tarefas, naturalmente seu cérebro vai criando novas conexões nesse sentido. Se praticar com interesse e disciplina, vai chegar um momento em que você se sentirá bastante desconfortável em fazer as coisas de qualquer jeito, pois isso não fará mais parte de sua personalidade, pois você já terá subido mais um degrau na escada do desenvolvimento pessoal.


chave-com-a-palavra-sucesso

Como Albert Einstein disse, "a mente que se abre a uma nova ideia, jamais voltará ao seu tamanho original."

O autor encerra esse texto no livro com a frase: "A busca pela excelência é uma marca de maturidade."

Então pergunto: você está disposto a dar esse passo?

Se você leu esse texto até aqui, acredito que sim. Então, desejo-lhe muita sabedoria e sorte em sua caminhada rumo à excelência!



Links dos posts anteriores:
Post 1 - O caráter produz coragem
Post 2 - Concentre-se na tarefa que você tem em mãos
Post 3 - Hábitos Saudáveis
Resenha - Na jornada com Cristo - Max Lucado


sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Monólogos em grupo


A mente humana é fantástica. Simultaneamente executa diversos processos complexos, sendo muitos deles ainda desconhecidos. Entre os conhecidos estão o raciocínio e os atos de falar e ouvir. Por trabalhar no modo mono-tarefa, a mente está programada  para ouvir, falar ou raciocinar. Um processo de cada vez e não os três, como muitas vezes tenta-se fazer. Em atividades automáticas, como andar de bicicleta e cantar, isso é possível, mas nesse post me refiro ao diálogo entre duas ou mais pessoas.


Monólogos coletivos

E por não ser possível ouvir de verdade enquanto se está pensando ou falando - e muitas vezes até atropelando a fala do interlocutor - a conversa fica prejudicada, pois não foi aproveitada em seu máximo potencial.

Muitas vezes, em vez de ouvir o que a outra pessoa está falando, o raciocínio está trabalhando de forma vigorosa para rebater ou questionar fragmentos do que foi dito. A questão é que sem ouvir o pensamento completo que foi explanado, fica difícil responder de forma assertiva.


Perdemos a capacidade - ou a paciência - de ouvir?

Hoje em dia é raro alguém prestar 100% de atenção no que a outra pessoa está falando: ou está "viajando" ou está procurando argumentos ou exemplos contra ou a favor.

Um exemplo clássico é quando aborda-se o tema doenças. Se você diz que está com gastrite, antes que termine de falar a outra pessoa diz que já teve úlcera. Repare que ela nem se importou com o que você disse, nem perguntou como está se sentindo ou ofereceu alguma sugestão para que você melhore. Já foi logo dizendo que o caso dela foi pior.


ilustracao-pessoas-e-baloes-de-conversa

Nem tudo o que é dito tem tanta importância

Há de considerar-se que há conversas e conversas. No exemplo acima, talvez você quisesse uma sugestão de como lidar com o problema.  E um pouco de empatia. Poderia ter sido uma conversa de qualidade.

No entanto, há conversas que dependendo da pessoa e do assunto, o mais sábio para o próprio bem é desligar-se mesmo, mas com educação. O mais correto mesmo seria interromper e sair, mas quem tem coragem de fazer isso quando a pessoa está contando sobre um evento muito importante de sua vida, mas com uma riqueza de detalhes impressionantes e à você irrelevantes?

Há momentos em que dá para interromper ou cortar o assunto, mas há o risco de deixar a pessoa magoada... Precisamos de muita sabedoria para lidar com essas questões. De qualquer forma, não é esse o tipo de conversa que é o objetivo desse post.


Conversas significativas

São nessas conversas que a interrupção é muito frequente: entre familiares, amigos, no trabalho.

É necessário ouvir com atenção para que a mente elabore uma resposta inteligente. E consiga absorver algum aprendizado. O silêncio entre a fala de uma pessoa e da outra praticamente sumiu! Isso quando uma não interrompe a vez da outra.

E de monólogo em monólogo em grupo caminha a humanidade, pois o diálogo está caindo em desuso quando usado de forma pessoal, cara a cara.

Por mais incrível que possa parecer, as redes sociais têm sido muito úteis nesse sentido, pois é necessário ao menos ler antes de responder. Ainda assim, as interrupções de pensamento existem, mas acabam sendo um pouco menores. Porém, acredito que essa interação seria de melhor qualidade se no mundo real houvesse mais equilíbrio entre falar e ouvir.


Por que será que a humanidade perdeu a capacidade de ouvir de verdade?

Será que isso tem alguma relação com a fragmentação da atenção ocasionada pela tecnologia? Ou será que tem a ver com o fato de vivermos na sociedade da pressa, na qual tudo tem que ser feito o mais rápido possível? Ou será que há alguma outra causa por trás da ânsia em falar e pela pouca atenção e interesse dados ao ouvir?  Sinceramente, não sei....

O que você acha?


Créditos da imagem:  Master isolated images - Free Digital Photos

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Para pensar #85


Desejo é um contrato que você faz consigo mesmo para ser infeliz até conseguir o que deseja.
Tim Ferriss



terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Para pensar #84


Como passamos nossos dias é, obviamente, como nós gastamos nossas vidas.
Caroline Webb

Desejo um Feliz 2019 à todos os leitores do Simplicidade e Harmonia.