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Mostrando postagens de Fevereiro, 2017

Consumidores mastigando pouco?

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Um dos maiores erros dos consumidores do mundo contemporâneo é que estamos mastigando pouco. Essa foi a conclusão do educador financeiro Marcos Silvestre no texto: O erro dos consumidores? Estão mastigando pouco!

A analogia é muito adequada e criativa, pois o que tem se tornado cada vez mais comum na alimentação (mas não normal, veja aqui) está sendo utilizado também em relação ao consumo.

Todos sabemos que mastigar várias vezes o alimento, sem pressa e em um ambiente agradável e adequado são práticas fundamentais para uma boa digestão. Mas quem habitualmente age dessa forma?

Segundo Silvestre, ao mastigar pouco, comemos muito mais do que o necessário, saboreamos pouco e engolimos rápido demais.
Tudo isso resulta em uma digestão mais lenta e difícil, menor absorção de nutrientes e sensação de saciedade por menor tempo. Imagine esse hábito sendo praticado em longo prazo!

Em relação ao consumo, será que não estamos trilhando o mesmo caminho?

Temos pressa em consumir, mas por pouco tempo, pois…

Você sabe estudar? – Cláudio de Moura Castro - Resenha (Parte 2)

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Conforme prometido no post anterior, essa é a segunda parte da minha resenha do livro Você sabe estudar?



Capítulo IV – Bons hábitos de estudo

Nesse capítulo são abordadas dicas para a criação de novos hábitos de estudos, como:
- Ler antes da aula, pois ao familiarizar-se previamente com o assunto, o aprendizado será muito maior e proveitoso;
- Tomar boas notas nas aulas, pois reforçam o aprendizado;
- Fazer anotações e resumos, pois também auxiliam na melhor compreensão do que foi estudado.

O item “Como ler um livro”, o primeiro que li, aborda:
- Leitura passiva, na qual as novas informações são guardadas na memória como a receita de um bolo ou o roteiro de uma viagem.
- Leitura ativa, na qual há informações, mas também ideias a serem compreendidas e assimiladas, o que é melhor alcançado colocando-se no lugar do autor.

Aprender a ler com competência é fundamental para o aproveitamento do conteúdo estudado.

É apresentado um roteiro bem interessante, o qual proporciona o aumento do interesse pelo…

Você sabe estudar? – Cláudio de Moura Castro - Resenha (Parte 1)

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Quem nunca passou pela situação de estudar muito uma matéria, mas perceber ao final do estudo que o aprendizado foi muito abaixo do esperado?
Pior ainda quando o esforço e o tempo gastos não foram suficientes para que a nota esperada (ou necessária) fosse alcançada.



O livro Você sabe estudar? objetiva ser um auxílio nesse sentido. Na própria capa está escrito:
“Quem sabe (estudar), estuda menos e aprende mais”.

Acredito ser esse um dos sonhos de todo estudante: aprender mais em menos tempo.

O livro, da editora Penso, possui 176 páginas. Como a minha resenha ficou um pouco extensa, dividirei em 2 posts.


Divisão do livro
O livro é dividido em 7 partes subdivididos em capítulos, que não precisam ser necessariamente lidos em sequência.
Eu, por exemplo, comecei a leitura pelo capítulo 4, item D: “Como ler um livro”.
Nada melhor do que começar a ler um livro aprendendo na prática a melhor maneira de leitura.

Um ponto positivo é o projeto gráfico, que proporciona uma leitura agradável e dinâmica, com …

Bônus demográfico

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Acredito que esse termo seja desconhecido pela maioria de vocês.
Eu o conheci no ano passado, ao ler uma entrevista do professor José Eustáquio Alves, demógrafo do IBGE na revista Veja (22/09/2015).


É uma rara janela de oportunidade para um país, no qual a maior parte da população é economicamente ativa, com menos quantidade de crianças e idosos. Quando bem administrada, proporciona saúde, educação e qualidade de vida à população.

No Brasil, o bônus demográfico iniciou-se em 1970 e terminará na década de 2030, mas a oportunidade foi perdida quase que em sua totalidade por causa dos problemas atuais e passados.

Como foi dito no post 200 = 162 = 81 = 29? - Realidade ilógica e perversa, o Brasil possui 81% da população em idade economicamente ativa, mas apenas metade está trabalhando, quando o mínimo para aumentar o desenvolvimento do país seria de 70% trabalhando.

Há necessidade de criação de mais de 22 milhões de vagas de empregos, mas atualmente ocorre exatamente o contrário: 2016 terminou…

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