terça-feira, 25 de julho de 2017

Ignorância Seletiva


O excesso de informações e estímulos mentais aos quais somos expostos diariamente é enorme, mas não costumamos dar muita – ou nenhuma – atenção a essa questão.
Muitas vezes, isso ocorre não por falta de interesse, mas simplesmente por falta de conhecimento.

Para melhor compreensão sobre o assunto, sugiro um exercício: pense na quantidade de informações irrelevantes para a sua vida que tomaram o seu tempo nas últimas 24 horas. Ou faça esse teste nas próximas 24 horas.
Tenho quase certeza que irá se surpreender com a grande quantidade de informações irrelevantes ou até mesmo inúteis que fizeram parte desse curto período de tempo de sua vida.

Agora, pense nisso de forma mais ampla. Meses. Anos. Décadas.

Acredito que se fosse possível somarmos a quantidade de tempo que perdemos com coisas inúteis, ficaríamos chocados.

Se aprofundássemos o pensamento para o fato de que a vida é formada por tempo (segundos, minutos, dias, anos), acredito que ficaríamos mais do que chocados.

Quanto do seu precioso, insubstituível e finito tempo foi praticamente perdido com informações irrelevantes?


Vida

Assim como águas passadas não movem moinhos, é importante ficar atento a essa questão. É fundamental aprendermos a filtrar o que é importante para nós, independentemente de ser um assunto muito comentado, mas que não causa impacto algum em nossas vidas – e muitas vezes nem é do nosso interesse.

É muito importante termos sabedoria para utilizar nosso tempo e nossa mente com temas realmente importantes para nós, temas que sejam relevantes e auxiliares no crescimento pessoal e como membros da sociedade.


Ideias

Além disso, dificilmente ideias surgirão em uma mente tão ocupada com notícias diárias.

Por isso, convido você a praticar a ignorância seletiva por uma semana. Então, você verá quanto tempo e vida desperdiçou com notícias e fatos banais, fúteis e totalmente inúteis a você mesmo.

Pense nisso!


Para saber mais sobre o assunto:
Nós escolhemos a realidade que queremos viver
http://www.valoresreais.com/2014/08/11/nos-escolhemos-realidade-que-queremos-viver/
Ignorância Seletiva
http://transcendenciafinanceira.com/ignorancia-seletiva.html

Créditos das imagens: 
Vida - Sira Anamwong - Free Digital Photos
Ideias - jscreationzs - Free Digital Photos


sexta-feira, 21 de julho de 2017

A determinação para achar o sentido da vida - Eduardo Marinho at TEDxAvCataratas



Reflexões óbvias para poucos, mas que no fundo, acredito que todos saibam.
Será que realmente temos a sensação de realização genuína?

Descrição no YouTube:
Eduardo Marinho, artista plástico com histórias fora do convencional, compartilhará suas perspectivas únicas e profundas da vida urbana. Ele consegue fazer as pessoas lembrar coisas que elas sabem, mas, geralmente, esquecem.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Entretenimento x contentamento


Há algum tempo, em uma conversa entre colegas, ouvi algo que acho merecer um post. 

Era manhã de segunda-feira e um deles falou, todo sorridente:
- Passei o fim de semana inteiro assistindo o seriado X no Ne....ix.
- Que legal! Eu também preciso
(precisa mesmo?) assistir o seriado Y – outro respondeu.
 

Controle remoto

Aparentemente todos aprovaram a maneira como o fim de semana fora utilizado. Menos eu, que obviamente fiquei quieta, mas me sentido deslocada, vivendo em uma sociedade com hábitos aparentemente comuns, mas para mim tão estranhos e distantes da minha essência. Veja aqui a diferença entre comum e normal.

Essa não foi a primeira pessoa que ouço dizer ter gasto suas horas sua vida assistindo de forma sucessiva vários episódios de temporadas de seriados. Então, fiquei pensando: será que após 5 horas assistindo televisão ininterruptamente, a pessoa ainda está se divertindo de verdade? Ou será que continua assistindo, na esperança de obter a mesma sensação de divertimento que as outras pessoas dão a entender que conseguem?

Será que alguém consegue mesmo se divertir assistindo televisão como no exemplo inicial do post?

Já ouvi relatos semelhantes de pessoas de várias faixas etárias: 20, 30, 40, 50 anos. E acho que você também. Mas nunca vi nenhuma criança falar algo assim. Acho que nem elas teriam paciência para ficar tanto tempo em frente à televisão de forma estática (exceção para os videogames). Além disso, seus pais não permitiriam.

Sinceramente, não vejo sentido em hábitos como esse. Talvez sejam hábitos de uma sociedade ávida por consumo, novidades, informação, realização, diversão, entretenimento, contentamento, completude, felicidade...
Hábitos de uma sociedade que anseia por uma vida que faça sentido.
Que anseia pela vida que realmente vale a pena ser vivida. Sobre isso, indico o video "Um instante de vida que poderia durar um pouco mais", do professor Clóvis de Barros Filho. Clique aqui para assistir.



Praia


Créditos das imagens:
Praia - worradmu - Free Digital Photos
Controle remoto - graur razvan ionut - Free Digital Photos


terça-feira, 11 de julho de 2017

Como aumentar a produtividade e o foco


Você já reparou que quando há algo importante a fazer, frequentemente o cérebro fica nos lembrando da tarefa pendente?

Por exemplo, procurar um documento, pagar uma fatura, agendar uma consulta médica, anotar uma ideia, comprar algo não habitual no supermercado, verificar o extrato bancário... enfim, são várias “pequenas” tarefas importantes que não fazem parte do cotidiano que ficam “martelando” na mente.

 

Post it


Se a tarefa puder ser concluída em menos de 2 minutos, o ideal é executá-la logo, resolvendo assim a questão. Veja aqui sobre a Regra dos 2 Minutos.

Se isso não for possível, o ideal é anotá-la em uma Lista de Tarefas ou em uma Agenda, pois dessa forma o cérebro fica “liberado” da obrigação da lembrança contínua da questão pendente.

O resultado?
A concentração, o foco e a produtividade melhoram significativamente.
Simples e eficaz.

Em minha vida esse hábito tem proporcionado excelentes resultados e espero que aconteça o mesmo para você.

Recomendo também a leitura da resenha do livro Você sabe estudar? – Parte 1 e Parte 2, que aborda técnicas para a obtenção de melhores resultados nos estudos.

 

Até a próxima!

Créditos da imagem: Graphics Mouse - Free Digital Photos

terça-feira, 4 de julho de 2017

Quanto vale o seu conhecimento?


Muitas vezes achamos que o preço pago por um serviço é caro demais.
Mas será que é mesmo?
 

Certo dia, o gerente de uma multinacional teve um problema com seu computador que utilizava para gerenciar mais de 20 filiais de sua empresa. Não podendo perder tempo com isso, chamou um técnico para que resolvesse o problema de seu computador o mais rápido possível.

O técnico chegou, olhou, olhou e olhou... Após alguns minutos (poucos), apenas apertou um parafuso e o computador voltou a funcionar perfeitamente.

O executivo perguntou ao técnico quanto tinha ficado o serviço. 

O técnico simplesmente respondeu “mil reais”. 
O executivo não entendeu o motivo de o valor ter sido tão alto, então, para ver se colocava o técnico em uma encruzilhada pediu para que fizesse um relatório do serviço.

Electronic Fixing

Então o técnico lhe apresentou o seguinte relatório:
Apertar o parafuso = R$1,00.
Saber qual parafuso apertar: R$999,00.
Total: R$1.000,00.

Sem dizer nada, o executivo fez o cheque e pagou.



Fonte da parábola: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/quanto-vale-o-seu-conhecimento/24813/

Créditos da imagem: Surachai - Free Digital Photos