terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O calendário



Calendario-em-branco
Hoje foi a primeira vez em que folheei um calendário (de mesa, com uma folha para cada mês) sem o objetivo de procurar uma data específica ou ver as ilustrações ou figuras.

Folheei com calma. Mês a mês.
Dias que virão.
Dias que se vão.
Tão rápido e discretos como chegam, vão embora.

Se na infância um ano era tão longo, na vida adulta isso muda drasticamente, ainda mais hoje em dia com tantas tarefas, distrações, obrigações, informações e estímulos sensoriais.

Em breve chegará dezembro de 2017.
Dias que vão e não voltam jamais, independentemente da destinação dada a cada um deles.


A cada segundo que passa envelhecemos, amadurecemos, nos tornamos mais experientes. Ou ficamos estacionados em nossa zona de (des)conforto, que nos impede de alcançar a maturidade, mas não de envelhecer.

Você não é o mesmo que era há um minuto. Nem eu. Ninguém é.
Em 60 segundos, várias mudanças ocorreram em seu corpo.
Imperceptíveis como gotas de água que caem vagarosamente de uma torneira e enchem um copo em algumas horas.
Imperceptíveis como a trajetória efetuada diariamente pelo sol e pela lua.
Lentos, mas constantes.

E assim, a vida passa.


Por isso, no início desse ano, pense em cada dia como único. Pense na importância de cada um daqueles números do calendário, pois metaforicamente eles significam vida.
Vida que jamais deveria ser desperdiçada com tudo aquilo que impede ou atrapalha o nosso crescimento.

Internet, celular, televisão, trânsito... são tantas coisas que tiram de nós nosso próprio tempo! Por isso, equilíbrio é fundamental. Além disso, o que estiver em nossas mãos para minimizar o tempo desperdiçado, devemos fazê-lo, formando novos hábitos mais produtivos, para que ao final do dia estejamos realmente satisfeitos com os resultados alcançados, o que será muito gratificante ao chegarmos em dezembro de 2017 e podermos dizer: “esse ano realmente valeu a pena!”


Para finalizar, deixo uma reflexão que talvez possa servir de inspiração para o único dia que realmente nos pertence: o hoje.


"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai."
(Filipenses 4:8)

 

Até a próxima!


Créditos da imagem: nattavut - Free Digital Photos



4 comentários:

  1. Excelentes reflexões! O tempo é a única coisa que todos possuem na mesma quantidade desde que nasceram. Usá-lo com sabedoria é algo essencial!

    Abraço!

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    1. André,

      "Usá-lo com sabedoria é algo essencial!"
      Você disse tudo!

      Abraços,

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  2. Belíssima reflexão, Rosana! Já pensei sobre isso: enquanto crianças, o tempo passa lentamente. Quanto adultos, voa. Se só temos o hoje, aproveitemo-lo com tudo o que somos e temos!

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    1. Bruna,

      Então aproveitemos o hoje da melhor forma possível, de acordo com nossa essência e fazendo o nosso melhor em todos os momentos, para que amanhã estejamos aptos a dizer de verdade: "Realmente a minha vida valeu a pena!"

      Abraços,

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