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Você não é todo mundo X Todo mundo faz

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É bem provável que na infância você tenha passado pela situação abaixo: “- Mãe (pai), posso ir com meus amigos ao cinema? - Não. - Mas todo mundo vai! Deixa! - Não. Você não é todo mundo.” Raiva. Tristeza. Decepção. Frustração. Ao menos um desses sentimentos você vivenciou naquele momento. Além disso, uma grande interrogação ficou em sua mente, mesmo que os argumentos de seus pais tenham sido válidos. “Por que não?  Por que eu não posso ser como todo mundo?" Os anos passam e na adolescência a vontade de ser como “todo mundo” torna-se mais intensa, pois a sensação de pertencer a algum grupo só se torna real se você se sentir igual a eles. Não pertencer a nenhum grupo nessa fase da vida pode ser ruim, pois o isolamento será quase inevitável e m uma época na qual as interações sociais são tão importantes.  Além disso, como a personalidade ainda está em desenvolvimento, os bons relacionamentos são importantes para que tudo ocorra da forma mais saudáv...

Como criar senhas seguras

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Sem pensar muito, você sabe exatamente quantas senhas possui? Conseguiu decorar a maioria delas, até aquelas que não usa tanto? É bem provável que a sua resposta para as duas perguntas acima seja “não”.   Exceto se você utilizar uma única senha para tudo, o que não é nada recomendável. Quanto mais fácil a senha, maior o risco Utilizar nomes próprios, sequências numéricas ou do teclado do computador não são aconselháveis, pois os programas de quebra de senhas possuem vastos bancos de dados que analisam milhares de combinações até encontrar a sequência correta. Abaixo estão alguns exemplos que  não devem ser utilizados . Nome + ano (Maria 2020). Nome + nascimento (João15051920). Sequências triviais (112233, AaBbCc). Trechos dos nomes de pessoas próximas. Sequências físicas do teclado (qwertyui, qazwsx, plmokn, oknijb). Nomes invertidos. Endereços de residência ou trabalho. Placas de carros. Números de documentos, mesmo invertidos. Nomes e...

Um conjunto admirável de qualidades

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Amizade. Motivação. Fidelidade. Companheirismo. Trabalho em equipe. Força de vontade. Ânimo. Bom humor. Gratidão. Não é muito comum que todas as características positivas acima sejam encontradas em uma única pessoa de convívio muito próximo. Sempre haverá uma ou outra dessas características ausentes. A vantagem é a possibilidade de desenvolver tais virtudes de forma a tornar-se uma pessoa melhor. Mas o objetivo desse post não é falar sobre pessoas e sim sobre cães. Quem acompanha o meu blog sabe que os considero seres incríveis e admiráveis. Acredito que temos muito a aprender com os animais de forma geral, mas especialmente com os animais domésticos que convivem conosco. E como convivo com cães desde que nasci, é sobre eles que posso falar. Amigos para todos os momentos Os cães gostam da companhia humana. Estão por perto da maior parte do tempo. Sentem-se bem assim. Não importa se você acabou de acordar, se está mal vestido, com o cabelo despenteado... E...

As consequências de não honrar a palavra: a lição mais importante que aprendi na infância

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Quando eu tinha 7 anos, viajei com minha avó para a casa dos meus tios. Alguns dias antes da viagem, ela perguntou:  "Você vai me obedecer?" Claro que a minha resposta foi que sim. Eu iria obedecer. E ficou insistindo com a mesma pergunta até o dia da viagem. Então ela disse: "Se você não me obedecer, você não viaja mais comigo." "Eu vou te obedecer" - eu afirmei. Então nós viajamos. O passeio Em um domingo, meus tios nos levaram a um grande parque com várias mesas para piqueniques. E quase acima de nossas cabeças, passavam crianças e adultos em cadeirinhas de um teleférico. Eu nunca tinha visto algo parecido. E parecia tão legal! Haviam crianças da minha idade sozinhas no brinquedo. Algumas inclusive se balançavam na cadeira naquela altura! Não tenho ideia da distância entre o solo e as cadeiras, mas para mim era bem alto - e é essa a imagem que me recordo ao escrever esse post. Minhas primas de 12 e 14 anos parece que já conhe...

O vício do apego

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No post 5S, o Toninho incluiu em seu comentário um termo que achei muito interessante e que se tornou o título desse post. A aquisição de bens materiais era muito mais difícil para as gerações anteriores, por isso havia uma certa tendência à acumulação e muitas vezes também ao apego. Aqui eu gostaria de excluir os objetos que possuem algum valor emocional, pois nesse caso, o apego é algo natural e acredito que até saudável, desde que não seja exagerado. Tempos modernos Hoje vivemos o oposto das gerações anteriores, pois há disponibilidade sempre crescente de produtos e também facilidade para comprar, inclusive em muitas prestações. Diante desse cenário, racionalmente falando, o apego aos bens materiais deveria diminuir - o que não ocorreu. Mas será que isso ainda faz sentido? Será que não estamos acumulando coisas demais? Será que não estamos nos apegando demais? Devido ao excesso de objetos, silenciosamente o vício do apego se instala, mas muitas pessoas passam a vi...

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